A voz do Silêncio
- Não podes caminhar no Caminho enquanto não te tornares, tu próprio, esse Caminho.
- Não desejes nada. Não te indignes contra o Carma, nem contra as
leis imutáveis da natureza. Mas luta apenas com o pessoal, o transitório, o
evanescente e o que tem de perecer. - Auxilia a natureza e trabalha com ela; e a natureza ter-te-á
por um dos seus criadores, obedecendo-te. - O contentamento de si próprio, ó discípulo, é uma torre
altíssima, à qual um insensato orgulhoso subiu. Ali se senta em orgulhosa
solidão, invisível a todos, salvo a si próprio. - Tanto a ação como a inação podem caber em ti; o teu corpo
agitado, a tua mente tranqüila, a tua Alma límpida como um lago de
montanha. - Semeia boas ações e colherás o seu fruto. A inação num ato de
misericórdia passa a ser a ação num pecado mortal. - Age tu por eles hoje, e eles agirão por ti amanhã.
- Condenado a perecer é aquele que por medo de Mara deixa de
auxiliar os homens, receando agir em proveito próprio. O peregrino que quer
refrescar os seus membros lassos em águas correntes, mas não mergulha por
medo à corrente, arrisca-se a morrer de calor. A inação baseada no medo
egoísta não pode dar senão mau fruto. - Sê humilde, se queres adquirir a sabedoria: sê mais humilde
ainda, quando a tiveres adquirido.
Texto completo em: http://www.mirelaberger.com.br/mirela/download/A-Voz-Do-Silencio-Helena-Blavatsky-pdf.pdf
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